Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio no Japão?
Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Hoje, a escola japonesa servida nesta versão é a Lexis, em Kobe, com cursos de 15 ou 20 horas de aula de 60 minutos por semana. Na acomodação, a casa de família e a Dormy Residence vêm com meia pensão, o que reduz o gasto com comida. O governo português lembra que as autoridades japonesas podem pedir comprovante de seguro de saúde válido no Japão.
O Japão é um país seguro para fazer intercâmbio?
Sim: o governo português considera o Japão um dos países mais seguros do mundo, com tolerância zero para drogas. O país está sujeito a terremotos, tufões e chuvas intensas. Há cuidados menos óbvios: o governo britânico relata aumento de casos de bebidas batizadas e fraude com cartão em bares, e alguns remédios comuns são proibidos pela lei japonesa. Brasileiros contam com consulados-gerais em Tóquio e em Nagoia, entre outros postos.
Qual é a duração mínima de um intercâmbio no Japão?
Uma semana, na Lexis de Kobe, a escola japonesa servida nesta versão: o Intensive Japanese 15h vai de 1 a 48 semanas, e o de 20h, de 1 a 52 semanas, a partir dos 16 anos. As saídas são toda segunda-feira, e a escola aceita alunos a partir de 16 anos. Para brasileiros, um limite legal pesa na escolha: a isenção de visto cobre estadias de até 90 dias.
Onde ficar durante o intercâmbio no Japão?
Na Lexis de Kobe, a casa de família vem com meia pensão, para maiores de 18 anos e também para menores a partir de 16. A Dormy Residence, para maiores de 18 anos, também inclui meia pensão, enquanto a Mukonoso Student House e o apartamento de estudante de um quarto, este a partir de 20 anos, são sem refeições. Morar com uma família japonesa é o jeito mais rápido de destravar a língua falada.
Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio no Japão?
Para até 90 dias, não: o Japão isenta de visto os brasileiros com passaporte comum com chip, o passaporte IC. Entre as atividades permitidas nessa estadia está a participação em cursos. Acima de 90 dias, ou para outra finalidade, é preciso pedir antes o visto correspondente. Na entrada, as autoridades japonesas podem pedir prova de recursos para a estadia, passagem de saída e seguro de saúde válido no Japão, segundo o governo português.
Dá para trabalhar durante o intercâmbio no Japão?
Não durante a estadia de curta duração sem visto: a Embaixada do Japão no Brasil informa que não é permitido trabalhar com esse status. Se trabalhar faz parte do plano, é preciso obter antes o visto correspondente a essa finalidade. As regras de trabalho para quem tem visto de estudante não constam das fontes que conseguimos ler: confirme-as com o consulado japonês da sua região antes de decidir.