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Gueixa no Japão

Intercâmbio no Japão: curso de japonês entre a tradição e a modernidade

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Intercâmbio de idiomas

Japão

  • População : 127 milhões de habitantes
  • Moeda : Iene

Aprenda japonês no Japão, em Tóquio, Quioto, Kobe ou Fukuoka, com escolas de turmas pequenas, aulas centradas na fala e acomodação em família ou residência. Veja o visto, o fuso e o orçamento e fale com um consultor da Move and Study.

Intercâmbio: por que escolher o Japão?

Um destino com laços com o Brasil

O Brasil abriga a maior comunidade de descendentes de japoneses fora do Japão, e muita gente que chega ao curso já conhece a comida, as festas e as palavras da família: o intercâmbio é a chance de transformar essa familiaridade em domínio do idioma.

Um idioma que pede tempo

O japonês tem três sistemas de escrita e uma gramática muito diferente da do português: um curso presencial, com aulas todos os dias e o idioma na rua, no metrô e no mercado, acelera o que seria lento à distância. Por isso a duração do curso pesa tanto quanto a escolha da cidade.

Saindo do Brasil

O Japão está 12 horas à frente de Brasília o ano todo, porque nenhum dos dois países adota horário de verão.

Quatro cidades, quatro ritmos

Tóquio é a metrópole intensa e internacional; Quioto, a antiga capital imperial, mais tranquila e cheia de templos; Kobe, uma cidade portuária entre o mar e as montanhas; Fukuoka, a maior cidade do sul, conhecida pela gastronomia.

Geografia

O Japão reúne grandes metrópoles, cidades universitárias, litoral, montanhas e uma rede de transportes muito eficiente. Tóquio oferece uma imersão intensa; outras cidades permitem um ritmo mais calmo. As estações são bem marcadas, com verões quentes e úmidos e invernos frios, e a época das chuvas, em geral, vai de junho a julho.

Cultura

O Japão reúne tradições antigas, tecnologia, códigos sociais precisos e uma cultura popular muito presente: templos, bairros comerciais, gastronomia, mangás, design e cerimônias convivem no dia a dia. Observar, ouvir e entender os costumes faz parte do aprendizado tanto quanto o idioma.

Visto para brasileiros

As regras de entrada para brasileiros no Japão dependem da duração e do tipo de estadia, e não foram conferidas por nós nas fontes oficiais: por isso não afirmamos nada aqui. Veja as regras dos outros destinos em Vistos para brasileiros.

Cidades e escolas no Japão

Todos os nossos intercâmbios linguísticos

Perguntas frequentes

Quanto custa um intercâmbio no Japão?

Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Hoje, a escola japonesa servida nesta versão é a Lexis, em Kobe, com cursos de 15 ou 20 horas de aula de 60 minutos por semana. Na acomodação, a casa de família e a Dormy Residence vêm com meia pensão, o que reduz o gasto com comida. O governo português lembra que as autoridades japonesas podem pedir comprovante de seguro de saúde válido no Japão.

O Japão é um país seguro para fazer intercâmbio?

Sim: o governo português considera o Japão um dos países mais seguros do mundo, com tolerância zero para drogas. O país está sujeito a terremotos, tufões e chuvas intensas. Há cuidados menos óbvios: o governo britânico relata aumento de casos de bebidas batizadas e fraude com cartão em bares, e alguns remédios comuns são proibidos pela lei japonesa. Brasileiros contam com consulados-gerais em Tóquio e em Nagoia, entre outros postos.

Qual é a duração mínima de um intercâmbio no Japão?

Uma semana, na Lexis de Kobe, a escola japonesa servida nesta versão: o Intensive Japanese 15h vai de 1 a 48 semanas, e o de 20h, de 1 a 52 semanas, a partir dos 16 anos. As saídas são toda segunda-feira, e a escola aceita alunos a partir de 16 anos. Para brasileiros, um limite legal pesa na escolha: a isenção de visto cobre estadias de até 90 dias.

Onde ficar durante o intercâmbio no Japão?

Na Lexis de Kobe, a casa de família vem com meia pensão, para maiores de 18 anos e também para menores a partir de 16. A Dormy Residence, para maiores de 18 anos, também inclui meia pensão, enquanto a Mukonoso Student House e o apartamento de estudante de um quarto, este a partir de 20 anos, são sem refeições. Morar com uma família japonesa é o jeito mais rápido de destravar a língua falada.

Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio no Japão?

Para até 90 dias, não: o Japão isenta de visto os brasileiros com passaporte comum com chip, o passaporte IC. Entre as atividades permitidas nessa estadia está a participação em cursos. Acima de 90 dias, ou para outra finalidade, é preciso pedir antes o visto correspondente. Na entrada, as autoridades japonesas podem pedir prova de recursos para a estadia, passagem de saída e seguro de saúde válido no Japão, segundo o governo português.

Dá para trabalhar durante o intercâmbio no Japão?

Não durante a estadia de curta duração sem visto: a Embaixada do Japão no Brasil informa que não é permitido trabalhar com esse status. Se trabalhar faz parte do plano, é preciso obter antes o visto correspondente a essa finalidade. As regras de trabalho para quem tem visto de estudante não constam das fontes que conseguimos ler: confirme-as com o consulado japonês da sua região antes de decidir.