Intercâmbio: por que escolher a Austrália?
Um destino no mesmo hemisfério que o Brasil
As estações seguem o mesmo calendário do Sul e do Sudeste do Brasil: o verão vai de dezembro a fevereiro e o inverno, de junho a agosto. Quem embarca em dezembro ou janeiro encontra o verão, e não o inverno. O que muda muito é a distância: a Austrália está entre os destinos mais longínquos para quem sai do Brasil, e isso pesa no orçamento e na duração que vale a pena escolher.
Comece pelo fuso e pela entrada no país
A Austrália tem vários fusos horários e, em parte do país, horário de verão. Em relação a Brasília, Sydney, Melbourne e Byron Bay ficam 13 horas à frente de abril a outubro e 14 horas à frente de outubro a abril; Brisbane, Gold Coast, Sunshine Coast, Noosa e Cairns (Queensland), 13 horas à frente o ano todo; Perth, 11 horas à frente o ano todo. Na prática, o meio-dia em Brasília já é noite na Austrália, e falar com a família exige combinar horários. Sobre o visto, veja Vistos para brasileiros.
Estudar e trabalhar: o que esta página não promete
Muita gente que pensa em intercâmbio na Austrália quer também trabalhar. Isso depende do seu passaporte, do visto e da duração do curso, e nenhuma escola e nenhuma página pode garantir esse direito. Nenhuma regra de visto ou de trabalho para brasileiros foi conferida por nós nas fontes oficiais: peça a um consultor da Move and Study que confirme, caso a caso, o que vale para o seu perfil antes de reservar.
Saindo do Brasil
Os voos saem das principais capitais brasileiras, com rotas e conexões que variam conforme a cidade de partida, a companhia e a época do ano; a Move and Study não reserva voos, e você compara tarifas e companhias.
Um intercâmbio para o seu bolso
Os preços das escolas são em dólar australiano. Some ao orçamento a passagem, o seguro-viagem e o custo do visto, que não estão incluídos nos preços das escolas.










