Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Coreia do Sul?
Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Na Lexis, em Seul e em Busan, o curso de coreano tem 15 aulas de 60 minutos por semana no meio período e 25 no intensivo. Na acomodação, a residência de estudantes e os mini estúdios de Seul são sem refeições, e a casa de família pode vir com café da manhã ou meia pensão.
A Coreia do Sul é um país seguro para fazer intercâmbio?
Sim: para o governo português, a Coreia tem elevado grau de segurança e baixa criminalidade, e a maior dificuldade do estrangeiro é o pouco inglês falado no dia a dia. As penas por drogas são pesadas, e alguns remédios precisam ser declarados às autoridades sanitárias com pelo menos 10 dias de antecedência. A temporada de tufões vai de junho a novembro. Para brasileiros, o atendimento consular é o do setor consular da Embaixada em Seul, com plantão no +82 10 9519-8700.
Qual é a duração mínima de um intercâmbio na Coreia do Sul?
Depende da cidade: na Lexis de Seul, os cursos de coreano começam em 1 semana e vão até 52. Na Lexis de Busan, o mínimo é de 2 semanas. Em Seul, o curso intensivo tem 25 aulas por semana, e o de meio período, 15. Para brasileiros, um limite da embaixada coreana pesa na duração: acima de 91 dias, é preciso visto.
Onde ficar durante o intercâmbio na Coreia do Sul?
Em Seul, a Lexis oferece casa de família com café da manhã ou meia pensão, residência de estudantes, mini estúdios, inclusive na versão Premium, e um apartamento com serviços para maiores de 19 anos. Em Busan, há casa de família com café da manhã, residência de estudantes, mini estúdio e um apart-hotel com café da manhã. Os mini estúdios, com banheiro privativo, são para maiores de 18 anos.
Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio na Coreia do Sul?
Para turismo, não: a Embaixada da Coreia no Brasil informa que brasileiros podem pedir a K-ETA, a autorização eletrônica de viagem, para turismo, visitas e eventos acadêmicos. Mas o mesmo aviso diz que o visto da Embaixada é imprescindível para estadias de mais de 91 dias ou para atividades como intercâmbio. Esse aviso é de 2022: confirme a regra atual com a embaixada antes de reservar. Se a K-ETA for negada, um novo pedido também tende a ser negado, e passaporte novo exige nova K-ETA.
Dá para trabalhar durante o intercâmbio na Coreia do Sul?
Não com a K-ETA: a autorização cobre turismo, visitas e eventos, e a Embaixada da Coreia no Brasil exige visto para atividades de relevância econômica, como colocação profissional. As regras de trabalho para quem estuda com visto não constam da fonte oficial que conseguimos ler; por isso, confirme com a embaixada coreana antes de contar com qualquer renda. O mesmo aviso lembra que o visto é pedido na Embaixada, antes da viagem.