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Paisagem da Argentina

Intercâmbio na Argentina: espanhol em Buenos Aires

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Intercâmbio de idiomas

Argentina

  • Entrada no país : sem visto por até 90 dias; a carteira de identidade basta para quem chega de um país do Mercosul
  • Moeda : Peso argentino

Aprenda espanhol na Argentina, no mesmo fuso de Brasília, em uma grande cidade cultural, com escola, acomodação e orçamento pensados para brasileiros. Fale com um consultor da Move and Study.

Intercâmbio: por que escolher a Argentina?

Um espanhol com sotaque próprio

O espanhol falado em Buenos Aires é o rio-platense: usa vos no lugar de tú e tem uma entonação própria, diferente da do espanhol da Espanha ou do México. Para um brasileiro, é um espanhol que soa familiar e cantado, mas que vale a pena treinar em aula: é a melhor forma de separar as duas línguas e evitar o portunhol.

Por que a Argentina

Buenos Aires é uma capital cultural, com teatros, livrarias, cafés, futebol e tango. É um destino para quem quer estudar espanhol em uma cidade grande e viva, no mesmo fuso horário de Brasília o ano todo.

Preços e câmbio

Os preços de cada escola aparecem na moeda dela, com um valor indicativo em reais ao lado, calculado com a taxa do dia.

Geografia

A Argentina é um vasto país da América do Sul, com uma grande capital na margem do Rio da Prata. O clima de Buenos Aires é temperado, com quatro estações bem marcadas, e as estações são invertidas em relação ao hemisfério norte, como no Brasil.

Cultura

A Argentina mistura heranças indígenas, influências europeias, cultura popular e uma vida intelectual intensa: tango, literatura, teatro, futebol e churrasco à moda local, o asado.

Visto para brasileiros

Pelos acordos do Mercosul, brasileiros em viagem de turismo não costumam precisar de visto para entrar na Argentina. As condições para um curso de idiomas e a duração permitida devem ser confirmadas com um consultor e na fonte oficial (Dirección Nacional de Migraciones) antes de reservar. Veja as regras dos outros destinos em Vistos para brasileiros.

Perguntas frequentes

Quanto custa um intercâmbio na Argentina?

Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Na Expanish, em Buenos Aires, a carga vai de 20 aulas de 50 minutos por semana no INTENSIVE a 30 no INTENSIVE PLUS, e há uma opção com 2 aulas de tango. Para o dia a dia, o Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires sugere habilitar os cartões de crédito e débito para uso no exterior antes de viajar.

A Argentina é um país seguro para fazer intercâmbio?

Com cuidados: o governo português relata incidentes frequentes de pequena criminalidade e aumento da violência na periferia de Buenos Aires, fora das áreas turísticas. O governo britânico descreve o golpe da mostarda, em que alguém suja a sua roupa e um cúmplice leva a bolsa. O Consulado-Geral do Brasil recomenda não sair com passaporte e identidade juntos. Em Buenos Aires, a polícia turística atende quem precisa de ajuda, e o plantão consular brasileiro também responde pelo WhatsApp, no +54 9 11 4199-9668.

Qual é a duração mínima de um intercâmbio na Argentina?

Uma semana: na Expanish, em Buenos Aires, os cursos INTENSIVE, INTENSIVE EXPLORE, INTENSIVE PLUS e COMBINED vão de 1 a 52 semanas, a partir dos 16 anos. Os módulos mensais, com 4 aulas por semana, começam em 4 semanas e saem às terças-feiras. Para quem vai morar mais tempo, o acordo de residência do Mercosul concede residência temporária de até 2 anos, prorrogável.

Onde ficar durante o intercâmbio na Argentina?

Em Buenos Aires, a Expanish oferece casa de família a partir de 16 anos, com meia pensão, nas versões standard, com banheiro compartilhado, e comfort, com banheiro privativo. Também há casa de família sem refeições. Quem prefere independência escolhe os estúdios, com banheiro privativo e sem refeições, para maiores de 18 anos. Morar com uma família portenha é também a forma mais rápida de trocar o portunhol pelo espanhol rio-platense, com o vos e o sotaque da cidade.

Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio na Argentina?

Não, mas o documento importa: pelo acordo do Mercosul, o brasileiro pode entrar com a carteira de identidade só em viagem de turismo, e ela precisa ter sido emitida há menos de 10 anos, com foto que ainda identifique o titular. Para estudos, a Polícia Federal informa que o passaporte é obrigatório. CNH e carteiras profissionais são recusadas na fronteira. Desde março de 2021, a Argentina não carimba mais o passaporte: a entrada fica registrada no sistema local.

Dá para trabalhar durante o intercâmbio na Argentina?

Sim, pelo caminho do Mercosul: o governo argentino concede aos nacionais do bloco uma residência temporária de até 2 anos, prorrogável. Segundo a chancelaria argentina, os brasileiros que obtêm residência pelo acordo têm os mesmos direitos econômicos, em particular o direito de trabalhar. Para pedir a residência, a viagem precisa ser feita com passaporte, obrigatório para quem vai trabalhar ou estudar. A residência vale para morar e trabalhar durante o prazo concedido.

Cidades e escolas na Argentina

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