Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Argentina?
Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Na Expanish, em Buenos Aires, a carga vai de 20 aulas de 50 minutos por semana no INTENSIVE a 30 no INTENSIVE PLUS, e há uma opção com 2 aulas de tango. Para o dia a dia, o Consulado-Geral do Brasil em Buenos Aires sugere habilitar os cartões de crédito e débito para uso no exterior antes de viajar.
A Argentina é um país seguro para fazer intercâmbio?
Com cuidados: o governo português relata incidentes frequentes de pequena criminalidade e aumento da violência na periferia de Buenos Aires, fora das áreas turísticas. O governo britânico descreve o golpe da mostarda, em que alguém suja a sua roupa e um cúmplice leva a bolsa. O Consulado-Geral do Brasil recomenda não sair com passaporte e identidade juntos. Em Buenos Aires, a polícia turística atende quem precisa de ajuda, e o plantão consular brasileiro também responde pelo WhatsApp, no +54 9 11 4199-9668.
Qual é a duração mínima de um intercâmbio na Argentina?
Uma semana: na Expanish, em Buenos Aires, os cursos INTENSIVE, INTENSIVE EXPLORE, INTENSIVE PLUS e COMBINED vão de 1 a 52 semanas, a partir dos 16 anos. Os módulos mensais, com 4 aulas por semana, começam em 4 semanas e saem às terças-feiras. Para quem vai morar mais tempo, o acordo de residência do Mercosul concede residência temporária de até 2 anos, prorrogável.
Onde ficar durante o intercâmbio na Argentina?
Em Buenos Aires, a Expanish oferece casa de família a partir de 16 anos, com meia pensão, nas versões standard, com banheiro compartilhado, e comfort, com banheiro privativo. Também há casa de família sem refeições. Quem prefere independência escolhe os estúdios, com banheiro privativo e sem refeições, para maiores de 18 anos. Morar com uma família portenha é também a forma mais rápida de trocar o portunhol pelo espanhol rio-platense, com o vos e o sotaque da cidade.
Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio na Argentina?
Não, mas o documento importa: pelo acordo do Mercosul, o brasileiro pode entrar com a carteira de identidade só em viagem de turismo, e ela precisa ter sido emitida há menos de 10 anos, com foto que ainda identifique o titular. Para estudos, a Polícia Federal informa que o passaporte é obrigatório. CNH e carteiras profissionais são recusadas na fronteira. Desde março de 2021, a Argentina não carimba mais o passaporte: a entrada fica registrada no sistema local.
Dá para trabalhar durante o intercâmbio na Argentina?
Sim, pelo caminho do Mercosul: o governo argentino concede aos nacionais do bloco uma residência temporária de até 2 anos, prorrogável. Segundo a chancelaria argentina, os brasileiros que obtêm residência pelo acordo têm os mesmos direitos econômicos, em particular o direito de trabalhar. Para pedir a residência, a viagem precisa ser feita com passaporte, obrigatório para quem vai trabalhar ou estudar. A residência vale para morar e trabalhar durante o prazo concedido.