Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Itália?
Esse valor cobre só as aulas; acomodação e traslado entram à parte. Na Itália, a carga semanal varia muito: a Dilit, em Roma, começa em 15 aulas de 45 minutos, e a Babilonia, em Taormina, tem até um Semi Intensive de 10 aulas. Para quem pensa num curso de mais de 90 dias, há um custo que o brasileiro pode evitar: a convenção de saúde entre Itália e Brasil, o formulário IB2, é aceita no pedido de visto no lugar do seguro-viagem.
A Itália é um país seguro para fazer intercâmbio?
Sim: para o governo português, os níveis de criminalidade são baixos, mas os furtos de carteira são muito frequentes e quase imperceptíveis nos transportes e nas multidões. Os pontos citados são as estações Termini e Barberini, em Roma, a Central de Milão e a Santa Maria Novella, em Florença. Até nos locais de culto, inclusive no Vaticano, os furtos acontecem nas filas. Entrar ou se banhar nas fontes públicas de Roma e Florença é infração. Brasileiros contam com consulados-gerais em Roma e em Milão.
Qual é a duração mínima de um intercâmbio na Itália?
Depende da escola: uma semana na Dilit, em Roma, na Accademia Italiana, em Salerno, e na Babilonia, em Taormina. Duas semanas na Linguaviva, em Florença, e na Linguadue, em Milão. O máximo também muda: 52 semanas na maioria das escolas, mas 24 em Taormina. Na Dilit, os cursos Combined, com aulas individuais, vão de 1 a 12 semanas. Para quem ainda não fala nada de italiano, a Dilit e a Linguaviva têm turmas próprias para iniciantes.
Onde ficar durante o intercâmbio na Itália?
A casa de família e o apartamento compartilhado são as duas formas mais comuns. Em Roma, a Dilit tem famílias sem refeições, com café da manhã ou com meia pensão, a partir de 16 anos, e apartamentos para maiores de 18. Em Salerno, a Accademia Italiana tem um apartamento Executive com banheiro privativo. Em Taormina, a Babilonia oferece estúdios independentes com banheiro privativo.
Brasileiro precisa de visto para fazer intercâmbio na Itália?
Acima de 90 dias, sim, e o visto de estudo para curso de italiano tem uma exigência que surpreende: o consulado italiano em São Paulo só o aceita para quem não é iniciante e já comprova nível B1. O curso precisa ter pelo menos 20 horas por semana, não pode ser gratuito nem de escola pública. O pedido se faz a partir de 6 meses antes e pelo menos 15 dias antes da viagem. Ao chegar, você tem 8 dias úteis para pedir o permesso di soggiorno na Questura, com o kit dos correios. A renovação é feita na Itália, sem voltar ao Brasil.
Dá para trabalhar durante o intercâmbio na Itália?
Sim, com o permesso di soggiorno por motivo de estudo: a lei italiana permite trabalho subordinado de até 20 horas por semana, com o limite anual de 1.040 horas. As horas podem ser distribuídas ao longo do ano, sem passar das 20 semanais. Isso vale só para quem tem o visto de estudo e o permesso: nos 90 dias sem visto, a finalidade é turismo, e a fronteira pode pedir documentos que justifiquem o motivo e a duração da viagem.